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Kate Sotero

25
Mai17

Desapego e Amor-Próprio

Kate

  A prática do desapego é um processo gradual, que nem sempre é fácil de manter sobretudo numa sociedade que nos mostra que necessitamos da parte material e de dependermos de outros para sermos felizes.  

  No entanto, a única pessoa que nos pode fazer sentir realizados e bem connosco somos nós. 

 

   Isto não significa não criarmos ligações, não nos entregarmos ou ter medo de sofrer. Muito pelo contrário, significa vivenciar, entregarmo-nos à relação, emprego, viagem, seja o que for de corpo e alma e, como um rio fluir e apreciar tudo o que esse caminho nos tem para mostrar.

 Guiarmo-nos pelo coração sem esperarmos nada em troca. Deixar a pessoa ir quando tem de ir, desejando-lhe amor e as melhores escolhas para o seu percurso, sair do emprego com aceitação de que foi mais uma fase do nosso crescimento pessoal, deixar o país com a certeza de que vamos estar bem noutro lugar apenas porque estamos bem connosco e confiamos em plenitude no nosso caminho, deixar os nossos filhos saírem de casa com amor, gratidão e aceitação pela nova etapa da sua vida. Esta genuinidade e autenticidade deixa-nos livres e em plena quietude para os novos acontecimentos que possam surgir.  

 

"Todos já tivemos experiências difíceis. Isto faz parte da nossa passagem pela Terra. Por outro lado, é mentira pensar que tudo o que acontece connosco tem o seu lado bom. Existem coisas que deixam marcas muito difíceis de superar. Só existe uma maneira de nos livrarmos das experiências amargas: viver o presente. Aproveite sempre o agora." -Paulo Coelho

 

 A entrega de nós mesmos ao momento presente é a chave para toda a ansiedade ou angústia que possam surgir nos momentos mais difíceis. 

 

 Estarmos bem connosco e amarmo-nos, é algo que por vezes, pode ter um trajecto doloroso, mas no fundo, é a única verdade que podemos seguir com segurança.

 

 A importância de dizermos o que sentimos, o que queremos e o que somos é vital, mas devemos fazê-lo com amor e não com presunção e autoritarismo. Por vezes é difícil tomar decisões que sabemos que podem magoar as pessoas que mais amamos, por isso é importante falar com alma, não ficar nada por dizer e sobretudo fazê-lo com compaixão, amor e plenitude com o próximo e connosco. 

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 Há um exercício que faço nos momentos em que sinto que preciso de tomar decisões, consiste em escrever frases e dizê-las várias vezes ao dia, como:

 

Eu amo-me a mim mesma

Eu tomo esta decisão de (...) porque me respeito

Eu sou amor 

Eu sou expansão

Eu sou vida

O meu bem-estar depende de mim

Eu sou luz e cura 

 

Quando alguma coisa não está bem lá fora, é porque alguma coisa não está bem cá dentro. 

 

Este processo de reflexão, enraizamento e amor por mim mesma, tornou-se uma rotina que contemplo todos os dias. Na sequência de me amar e respeitar os meus valores, vem um estado de gratidão plena e aceitação pelas fases boas e menos boas que vão sendo experienciadas pela plenitude do meu ser. 

 

 "Se você não ama a pessoa que é, não pode amar os outros. Se não sente compaixão por si, não poderá ter compaixão pelos demais." -Dalai Lama

 

Com Amor,

Kate 

 

 

 

10
Mai17

Osteopatia Pediátrica

Kate

 A Osteopatia Pediátrica ajuda a corrigir as alterações músculo-esqueléticas no recém-nascido, após o parto e durante o crescimento do bebé. Quando o parto é mais difícil, em casos de cesariana, recurso a forceps, ventosas, gravidez de gémeos, quando é muito longo ou a criança não se encontra na posição ideal para o nascimento, por vezes ocorrem alterações no sistema músculo-esquelético do bebé.

 

  A Osteopata Vanessa Faria Lopes, especializada em osteopatia pediátrica, explica como: «Um dos ossos sujeito a grandes forças de compressão pelas contracções, bem como pela passagem pelo canal vaginal, é o occipital (osso do crânio), que se encontra situado acima da primeira vértebra cervical (pescoço). Entre o occipital e o pescoço encontra-se um pequeno espaço designado por foramen jugular. Daqui saem quatro nervos cranianos, os quais são responsáveis pela enervação do palato, da faringe, cordas vocais, base da língua, função respiratória, ritmo cardíaco e grande parte do aparelho digestivo. Se as forças do parto comprimirem o occipital, isso implicará uma compressão sobre estes quatro nervos. Isto pode originar cólicas, refluxo gástrico, bolçar excessivo, dificuldade na sucção e alteração do ritmo respiratório e cardíaco».

 

 

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Na primeira consulta, o Osteopata vai fazer primeiro uma anamnese sobre a gravidez, o parto e os hábitos do bebé. Depois o bebé é colocado numa marquesa onde vai ser observado, palpado e serão feitos alguns reajustes.

 

Quando recorrer a uma consulta de Osteopatia Pediátrica:

 

. Como check-up pós-parto;

. Torcicolos congénitos e posturais;

. Dificuldade em dormir;

. Cólicas;

. Bolçar excessivo;

. Obstipação;

. Otite;

. Alterações da forma do crânio;

. Alterações do plexo branquial;

. Alteração de alinhamento dos membros inferiores;

. Hiperatividade;

. Dificuldades na sucção;

. Rinite;

. Sinusite;

. Diminuição da coordenação motora.

 

Com Amor,

Kate

 

 

 

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